Réquiem

E quando o som do nosso adeus escorregar pela ramagem e se tornar no estalar de ossos num chão de concreto e vazio, as almas reunir-se-ão de um lado para fechar a porta ao som de um orgão que chora, e os trompetes abrirão o portão ao som de uma sinfonia perfeita, equilibrada por aquilo que nunca foi, criada por aquilo que nunca existiu, enquanto as memórias se esvanecem sublimemente, esquecidos pela eternidade.

N. H.

Comentários